Startup portuguesa investe para fabricar janelas em fibra de vidro

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A startup do Francisco Pereira Branco vai mexer com milhões de euros, com vasta experiência em caixilharia conseguiu arranjar uma maneira mais construtiva de utilizar as janelas em fibra de vidro. O projeto, que arrancou em 2011, começa agora a dar frutos. As janelas Boavista, da marca FWD, já estão instaladas em edifícios portugueses e britânicos e, em breve, vão chegar a outros mercados. No ano passado, a empresa faturou um pouco mais de 200 mil euros, com 45% das vendas a serem asseguradas no Reino Unido.

Este ano 2018, a FWD já assegurou obras para a Bélgica, Alemanha, Suíça e Gibraltar. Com estas encomendas no exterior, a que se somam as nacionais, Francisco Pereira Branco prevê fechar o ano com um milhão de vendas, com a exportação a valer 50%.

Francisco Pereira Branco tem o negócio bem desenhado. As janelas em fibra de vidro foram pensadas como um produto global. E dá o exemplo da Índia e da Indonésia, países que sofrem chuvas ácidas, e onde a fibra de vidro constitui uma barreira estável a essas águas poluídas.

A fibra de vidro é um material com um elevado isolamento térmico e acústico, durabilidade, adaptabilidade mecânica (permite grandes vãos) e uma pegada ecológica reduzida.

A FWD deverá crescer a bom ritmo até 2022, ano em que atingirá a velocidade cruzeiro. Para já, o plano prevê uma faturação de três milhões em 2019 e a sua duplicação em 2020. O valor será atingido no próximo ano, estima o responsável. Para acompanhar este processo de crescimento, está já em carteira um segundo ciclo de investimento, desta vez no reforço da unidade fabril, no valor de 250 mil euros. A FWD emprega atualmente 15 pessoas.